quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Mosaico na Decoração de Interiores

A técnica do mosaico pode ser amplamente aplicada na decoração de interiores. Objetos pequenos como espelhos, mesinhas de canto, bancos, porta-retratos, bandejas, fruteiras e muito mais, ganham vida e destaque, além de personalizar o ambiente.




Para os mais ousados ou aqueles  que desejam a personalização do espaço recomendamos as aplicações em pisos, paredes, balcões e bancadas. Neste caso, trabalhos em cozinha, banheiros, lavabos, são uma excelente opção.

wc infantil

Outra sugestão são os tapetes para Hall ou áreas de circulação que podem ter o formato variado bem  como  tema que a sua imaginação permitir.

A vantagem do mosaico em áreas internas é a maior variedade de opção dos materiais visto que não irão sofrer com ações do tempo como chuva, vento, sol, etc.
Vale ressaltar a importância na elaboração de um projeto prévio no qual a escolha do  mosaico possa interagir com harmonia, agregando charme, originalidade, beleza e simpatia ao ambiente. 



sábado, 27 de agosto de 2011

Processo Criativo da Arte Mosaicos


A Criação de obras em mosaico requer um projeto, o qual tem  a  função  da    reflexão anterior, subjacente à toda criação e serve de guia aos diversos passos do trabalho.



 O nosso processo criativo envolve diversas fases  que exigem um estudo prévio referente as opções e escolhas definidas, como por exemplo objetivo do cliente, decoração  e limitação do espaço, dimensões, material e outros.

O desenho é nosso ponto de partida bem como o suporte para toda a construção da obra. O mosaico gera vida própria ao desenho, possibilitando efeitos, cores, textura, movimento e liberdade, de acordo com a inspiração, sensibilidade e visão.

 
 









Como em qualquer criação artística,  há sempre uma dose de subjetividade assim como fontes ilimitadas de inspiração, mediante as particularidades de cada obra. Nosso trabalho é uma fonte prazerosa de experimentações, que envolve técnica, habilidade, criatividade, ousadia e  visão ampliada.






quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Mosaico em Piso de Cimento Queimado




Atualmente o piso de cimento queimado vem ganhando a simpátia e adesão na decoração de interiores. Antes era sinônimo de simplicidade sendo  muito utilizado nas casas do interior de Minas, mas agora vem sendo utilizado em qualquer tipo de ambiente, conquistando seu lugar na nobreza, devido   suas  qualidades e vantagens tais como praticidade, versatilidade e boa estética.




Uma das grandes vantagens do piso de cimento queimado é a sua perfeita conjugação com o mosaico, permitindo a personalização de qualquer espaço, seja com pequenos detalhes ou em grandes dimensões de acordo com a disponibilidade.






O  trabalho é  aplicado dentro do piso com argamssa tipo II ou III e pode   ser rejuntado com o próprio cimento após 48 horas da aplicação. O ideal é que  seja feito na fase de construção e de preferência com um profissional caprichoso, utilizando essencialmente materiais de qualidade, que estejam devidamente dentro do prazo de validade. 





Aconselha-se escolher  as cores do  mosaico após a definição da cor do cimento queimado, já que atualmente é possível faze-lo em diversas tonalidades, com a utilização de pigmentos. Os  tons neutros do piso, branco, cinza e areia, são excelentes opções para harmonizar mais facilmente com os mosaicos.




O método indireto é uma excelente opção para a aplicação do mosaico em pisos. Neste caso, aconselhamos a elaboração do  trabalho  com cola branca sobre uma tela artesanal (tela para bordar), material ultra resistente que garante uma perfeita aderência das peças à argamassa, permitindo total durabilidade do projeto, 100% garantido.



Não aconselhamos utilizar base de madeira ou  mdf para aplicação em pisos, bem como fazer a colagem do trabalho sobre qualquer tipo de papel, visto que essas alternativas podem ocasionar problemas futuros. 






terça-feira, 26 de julho de 2011

Mosaicos De Gaudí



Antoni Gaudi foi um dos maiores representantes do modernismo, estudou arquitetura em Barcelona onde deixou a maioria de suas obras. Desde suas primeiras realizações, mostrou interesse por um dos princípios formais importantes da nova corrente: a unidade do objeto  artístico e os laços entre o artista e o artesão. Gaudí parte de uma concepção globalizada da arquitetura - ela não é unicamente estrutura, integra também ornamentação.


Quando criança, teve reumatismo e acabou ficando impossibilitado de participar das brincadeiras com outras crianças. Por esse motivo, passava muitas horas de seu tempo livre observando os animais e plantas, o que lhe fez adquirir um censo muito aguçado sobre os princípios do naturalismo. A esse respeito, Gaudí escreveu: " A linha reta é uma invenção do homem, a natureza não nos apresenta nenhum objeto monotonamente uniforme".


Apesar das formas orgânicas terem sido sua maior fonte de inspiração, Gaudí também buscou estímulos na arte gótica, nos livros medievais e na arte árabe. As primeiras obras de Gaudí são as mais influenciadas pelo estilo mourisco, sendo o mosaico um elemento bastante frequente na sua decoração de ambientes internos e fachadas. Suas principais realizações foram: A Casa Vicens, Palácio Guell, Parque Guell, Casa Batlô, Casa Milá, Palácio de Astroga, Casa de Los Boines. 

O Parque Guell, situado em Barcelona, é um reflexo da plenitude artística de Gaudí. Pertence a sua etapa naturalista datadas na primeira década do século XX, período no qual o arquiteto aperfeiçoou o estilo pessoal, inspirando-se nas formas orgânicas da natureza, pondo em prática uma série de novas soluções estruturais, com grande liberdade criativa e imaginativa criação ornamental.


Os mosaicos do Parque Guell,  são de excelência e grande riqueza artística, conjugam estrutura e arte harmonicamente, propondo  forma e  estética de maneira impecável. Segue algumas ilustrações.



 Detalhes em mosaico do banco circular





Banco circular do parque Güell
      




Banco circular em mosaico 

Fonte ¨
Detalhes da arquitetura

domingo, 17 de julho de 2011

Mosaico - Origem -

Teodora - Obra Bizantina
O mosaico tem origem indeterminada, é uma arte milenar, cujo primeiros testemunhos conhecidos remontam à pré-história, teve um grande  apogeu no Império Romano e posteriormente no Império Bizantino, ambas civilizações se apropriaram do mosaico para decorar muros, paredes, solos e objetos, com excelência   a qual  favoreceu  inestimável valor artístico  à arquitetura das respectivas eras. Até o fim dos séc XIX, o mosaico era considerado uma disciplina paralela à pintura, mediante a qual se efetuavam obras pictóricas de maior resistência que aquela. Atualmente, tem um expressivo ressurgimento no qual explora novas  técnicas e soluções adequadas para o mundo contemporâneo, com elevadas qualidades expressivas, valorizando, inovando e  personalizando o universo decorativo.